Em seu novo ensaio filosófico,
Liberdade: uma doença sem cura
, Slavoj Žižek – o mais pop dos filósofos – defende que a experiência da verdadeira liberdade radical é passageira e frágil.
Achamos que entendemos o que
liberdade
significa, porém, ao tentar defini-la, logo esbarramos em contradições. Em oposição às ideias de que se pode alcançar um individualismo libertário, Slavoj Žižek dialoga com Georg Wilhelm Friedrich Hegel, Søren Kierkegaard e Martin Heidegger, além de Wassily Kandinsky e Agatha Christie, para explorar as muitas faces da liberdade e o que podemos aprender com cada uma delas.
Hoje, com os avanços do controle social através das tecnologias digitais, nossa vida pode ser vigiada e regulada a tal ponto que a noção liberal de indivíduo livre se torna obsoleta – e até mesmo sem sentido. Como, então, seremos obrigados a reinventar (ou restringir) os contornos da nossa liberdade?
Conectando o tema à lógica do capitalismo, às guerras, ao Estado e à crise climática, Žižek nos conduz, em
Liberdade
, por uma jornada instigante e esclarecedora, mostrando que compreender profundamente a liberdade pode abrir caminhos para a esperança em tempos cada vez mais nebulosos.
“O mais extraordinariamente brilhante expoente da psicanálise — e, na verdade, da teoria cultural em geral — a surgir na Europa em muitas décadas.” — Terry Eagleton,
London Review of Books
“O que realmente marca Žižek é a defesa do resgate do projeto racionalista moderno com suas aspirações de emancipação, assim como sua força de crítica da alienação.” — Vladimir Safatle,
Folha de S.Paulo
“Žižek é um pensador que não considera nada fora do seu campo: o resultado é profundamente interessante e provocador.” — Steven Poole,
The Guardian
- Editora: CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA
- Autores: AUTOR(A): ZIZEK, SLAVOJ | Traduzido por: RIBEIRO, VERA
- ISBN: 9786558022640
- Páginas: 384